Tudo começou a partir de questões formuladas no laboratório de ciências quando o grupo precisou definir o que era um cientista e um astrônomo. Algumas questões surgiram na sala e percebi que o grupo tinha outras questões relacionadas a outras áreas de conhecimento. Propus ao grupo que cada aluno formulasse uma pergunta sobre algo que o mobilizasse, que ele precisasse saber e eles acataram a proposta e assim organizamos nossa “caixa de perguntas”, onde foram colocadas as muitas curiosidades da turma.
Combinamos que semanalmente iríamos sortear uma pergunta da caixa. Cada aluno registraria em seu caderno a questão sorteada que era respondida em dupla, na sala de aula. Em casa, cada aluno verificaria em fontes de informação se a sua hipótese estava correta e acrescentaria novos dados, respaldando aquilo que já soubesse ou reescrevendo sua resposta a partir da fonte verificada.
Dois dias depois, cada aluno relatava como fez sua pesquisa, que fontes buscou e de que forma reelaborou a sua resposta. A participação e mobilização do grupo foi total. O espaço de discussão foi compartilhado por todos. Durante o relato, alguns perceberam que a fonte consultada tinha sido a mesma, outros identificaram expressões que se repetiam na conceituação.
O próximo passo foi revisar o texto que cada um tinha produzido em seu caderno. Optei por fazer uma revisão coletiva e registrar no quadro os textos produzidos. Dessa forma, os alunos puderam reelaborar concepções sobre a estrutura do texto informativo, a ortografia, as possibilidades de substituições para que não houvesse repetições desnecessárias, a necessidade de coesão e a pontuação.
Textos revisados, coloquei para a turma algumas perguntas que ganharam espaço no grupo. Por que não socializar as informações produzidas? Por que não dar um destino às escritas e leituras feitas? Por que não comunicar à escola as nossas descobertas? Dividi com a turma a minha inquietação e perguntei se poderíamos divulgar aquilo que estávamos produzindo. Afinal, textos informativos estabelecem uma relação entre pessoas, as notícias circulam nos jornais, nas páginas da internet e nossas produções estavam guardadas em nossos 24 cadernos. Decidimos então que utilizar o mural do corredor da nossa escola para divulgar essas informações e fazê-las circular, seria uma idéia muito boa. E assim foi.
Combinamos que semanalmente iríamos sortear uma pergunta da caixa. Cada aluno registraria em seu caderno a questão sorteada que era respondida em dupla, na sala de aula. Em casa, cada aluno verificaria em fontes de informação se a sua hipótese estava correta e acrescentaria novos dados, respaldando aquilo que já soubesse ou reescrevendo sua resposta a partir da fonte verificada.
Dois dias depois, cada aluno relatava como fez sua pesquisa, que fontes buscou e de que forma reelaborou a sua resposta. A participação e mobilização do grupo foi total. O espaço de discussão foi compartilhado por todos. Durante o relato, alguns perceberam que a fonte consultada tinha sido a mesma, outros identificaram expressões que se repetiam na conceituação.
O próximo passo foi revisar o texto que cada um tinha produzido em seu caderno. Optei por fazer uma revisão coletiva e registrar no quadro os textos produzidos. Dessa forma, os alunos puderam reelaborar concepções sobre a estrutura do texto informativo, a ortografia, as possibilidades de substituições para que não houvesse repetições desnecessárias, a necessidade de coesão e a pontuação.
Textos revisados, coloquei para a turma algumas perguntas que ganharam espaço no grupo. Por que não socializar as informações produzidas? Por que não dar um destino às escritas e leituras feitas? Por que não comunicar à escola as nossas descobertas? Dividi com a turma a minha inquietação e perguntei se poderíamos divulgar aquilo que estávamos produzindo. Afinal, textos informativos estabelecem uma relação entre pessoas, as notícias circulam nos jornais, nas páginas da internet e nossas produções estavam guardadas em nossos 24 cadernos. Decidimos então que utilizar o mural do corredor da nossa escola para divulgar essas informações e fazê-las circular, seria uma idéia muito boa. E assim foi.
Estamos sentindo falta dos artigos de ótima qualidade e informações valiosas do seu Blog. Antonio B Duarte Jr. - Diretor do Curso de Analista de Suporte Técnico da Arth Informática.
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